quarta-feira, 16 de maio de 2012

Paulinhaa! :D


ILUMINISMO

Antecedentes
n  Iluminismo foi um movimento intelectual que surgiu na Europa, a partir do século XVII, e  defendia o uso da razão para promover mudanças na sociedade.
n  O pensamento iluminista contestava o modelo de sociedade que surgiu a partir do século XV, caracterizada pelo chamado Antigo Regime.
n  Este movimento acabou promovendo mudanças políticas, econômicas e sociais, baseadas nos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade.
n  A apogeu deste movimento foi atingido no século XVIII, conhecido como o Século das Luzes. Teve grande repercussão na França, onde influenciou a Revolução Francesa.
n  Também teve influência em outros movimentos sociais, como a Independência dos Estados Unidos; e a Inconfidência Mineira, ocorrida no Brasil. 
Antigo Regime
n  O pensamento iluminista atacava diretamente o chamado Antigo Regime. Denominamos Antigo Regime, as características políticas, econômicas, sociais e religiosas que predominaram na Europa até o século XVIII.
n  Na política, predominava o absolutismo, com os reis acumulando grande poder nas mãos. Na economia, predominavam as ideias mercantilistas, que defendiam a intervenção do governo nos assuntos econômicos.
n  Na sociedade, predominava a sociedade estamental, dividida em estados: o primeiro estado era o clero; o segundo estado era a nobreza; e o terceiro estado, a burguesia, camponeses e operários. Somente os dois primeiros tinham direitos políticos e privilégios.
n  Na religião, predominavam as perseguições religiosas após as reformas do século XVI. Cada governante passou a querer impor sua religião aos governados.
n  Podemos concluir que o antigo regime era composto por instituições e modelos sócio-econômicos que iam contra os interesses da burguesia. Assim, deveria ser substituído.
Bases do Iluminismo
n  O pensamento iluminista foi influenciado por uma série de intelectuais europeus que ajudaram a construir uma visão diferente do mundo e da sociedade.
n  Assim, no século XVII, o francês René Descartes defendeu que a verdade poderia ser alcançada através de duas habilidades humanas: duvidar e refletir.
n  Neste mesmo período surgiram vários estudos no campo das ciências da natureza que também influenciaram o pensamento iluminista.
n  Dentre estes estudos, está a obra do inglês Isaac Newton. Por meio de seus experimentos, Newton conseguiu elaborar uma série de leis que explicavam os fenômenos naturais independente das concepções religiosas.
n  Este conjunto de ideias influenciou o pensamento dos chamados pensadores iluministas, como John Locke, Montesquieu, Voltaire, Rousseau, Diderot, entre outros.
John Locke
n  John Locke foi um pensador inglês.
n  Criou a obra “Dois Tratados sobre o Governo”, na qual defendia que o homem teria alguns direitos naturais como a vida, a liberdade e a propriedade.
n  É considerado o pai do liberalismo, filosofia que defende a propriedade privada, a igualdade de todos perante a lei, a limitação do poder do governante e o livre mercado.
n  O liberalismo político atacava diretamente o princípios do absolutismo, sendo que as ideias republicanas, constitucionais e o direito ao voto surgiram a partir do liberalismo.
Montesquieu
n  Montesquieu foi um pensador francês.
n  Criou a obra “Do Espírito das Leis”, na qual defendeu a separação dos três poderes do estado, ou seja, o Executivo, Legislativo e Judiciário.
n  A separação dos três poderes tinha como objetivo limitar o poder do governante, para evitar abusos de autoridade, comum nos governos absolutistas.
Voltaire
n  Voltaire também foi um pensador francês.
n  Criou a obra “Dicionário Filosófico”, na qual defendia que a mistura de religião e política criava governos injustos, que defendiam os interesses de apenas uma parcela da população.
n  Apesar das críticas, Voltaire não desejava o fim da monarquia. Para ele, o governo ideal era a monarquia esclarecida, ou seja, o poder do rei mediado pela ideias iluministas.
n  Voltaire também defendia a liberdade de expressão. Foi autor da frase: “Posso não concordar com uma palavra que dizes, mas defendo até a morte o teu direito de dizê-las”.
Rousseau
n  Rousseau foi um pensador suíço.
n  Criou a obra “Do Contrato Social”, na qual defendia que a sociedade era capaz de corromper o ser humano, eliminando a sua bondade natural.
n  Para ele, a simplicidade e a comunhão entre os homens deveriam ser valorizadas como fatores essenciais na construção de uma sociedade mais justa e democrática.
n  Entretanto, esse modelo só poderia ser alcançado quando a propriedade privada fosse sistematicamente combatida.
n  Foi autor da frase: "O homem é bom por natureza. É a sociedade que o corrompe".
Diderot
n  Diderot foi um pensador francês.
n  Junto com D’Alember, criou a obra “Enciclopédia”. Seu objetivo era reunir todo o conhecimento que a humanidade havia produzido até sua época.
n  A criação desta obra foi um fator determinante para que as ideias iluministas se espalhassem pela população, adquirindo grande visibilidade.
n  Diderot foi autor da frase: “O homem só será livre quando o último déspota for estrangulado com as entranhas do último padre”.
Fisiocracia
n  Além de mudanças sociais e políticas, os iluministas também defendiam mudanças na economia que, na época, era dominada pelo Mercantilismo.
n  Os primeiros críticos do mercantilismo foram os fisiocratas. Para eles, a riqueza deveria vir da agricultura, da mineração e da pecuária.
n  Para os fisiocratas, o comércio era considerado uma atividade estéril, já que não passava de uma troca de riquezas.
n  A fisiocracia também defendia o fim da intervenção do estado na economia. Segundo eles, a economia deveria agir livremente e sem restrições.
n  Estas ideias acabaram influenciando pensadores como o inglês Adam Smith, considerado o pai da economia clássica.
Despotismo Esclarecido
n  As ideias liberais se espalharam rapidamente pela população. Alguns reis absolutistas, com medo de perder o governo, passaram a aceitar algumas ideias iluministas.
n  Estes reis eram denominados Déspotas Esclarecidos, pois tentavam unir o jeito de governar absolutista com as ideias de progresso iluministas.
n  Alguns representantes do despotismo esclarecido foram: Frederico II, da Prússia; Catarina II, da Rússia; e Marquês de Pombal, de Portugal.

SUPERLATIVO SINTÉTICO

Grau Superlativo Sintético: Acrescenta-se sufixos ao adjetivo, como: -íssimo, -imo, -rimo. Ex: "A Lara é felicíssima"Os adjetivos podem variar conforme o grau. Por exemplo: Maria está feliz, ou Maria está muito feliz. Nos casos em que o adjetivo é intensificado (muito feliz, bastante inteligente, menos veloz), tem-se o grau superlativo do adjetivo. Se a característica não é comparada com outros seres (Maria é muito feliz, e pronto. Não se entra na questão se ela é mais ou menos feliz que outras pessoas), o superlativo é absoluto. Caso contrário, é relativo.O grau superlativo absoluto pode ser, ainda, analítico - em que a flexão é feita com um advérbio (muito, extremamente, super) - ou sintético, em que a própria palavra varia. Geralmente isso ocorre com o acréscimo do sufixo -imo. Mas nem sempre a flexão é tão simples.

Veja tabela com alguns casos:
  • ágil agilíssimo
  • agradável agradabilíssimo
  • agudo acutíssimo ou agudíssimo
  • alto altíssimo, sumo ou supremo
  • amargo amaríssimo ou amarguíssimo
  • amável amabilíssimo
  • amigo amicíssimo
  • antigo antiquíssimo
  • atroz atrocíssimo
  • baixo baixíssimo ou ínfimo
  • bom ótimo ou boníssimo
  • capaz capacíssimo
  • célebre celebérrimo
  • cheio cheíssimo
  • comum comuníssimo
  • cristão cristianíssimo
  • cruel crudelíssimo
  • difícil dificílimo
  • doce dulcíssimo ou docíssimo
  • eficaz eficacíssimo
  • fácil facílimo
  • feliz felicíssimo
  • feroz ferocíssimo
  • fiel fidelíssimo
  • frágil fragílimo
  • frio frigidíssimo ou friíssimo
  • geral generalíssimo
  • grande grandíssimo ou máximo
  • horrível horribilíssimo
  • honorífico honorificentíssimo
  • humilde humílimo ou humildíssimo
  • inimigo inimicíssimo
  • inconstitucional inconstitucionalíssimo
  • jovem juveníssimo
  • livre libérrimo e livríssimo
  • louvável laudabilíssimo
  • magnífico magnificentíssimo
  • magro macérrimo ou magríssimo
  • mau péssimo ou malíssimo
  • miserável miserabilíssimo
  • mísero misérrimo
  • miúdo minutíssimo
  • notável notabilíssimo
  • pequeno mínimo ou pequeníssimo
  • pessoal personalíssimo
  • pobre paupérrimo ou pobríssimo
  • precário precaríssimo ou precariíssimo
  • próspero prospérrimo
  • provável probabilíssimo
  • sábio sapientíssimo
  • sério seriíssimo
  • simpático simpaticíssimo
  • simples simplíssimo ou simplicíssimo
  • singular singularíssimo
  • tenaz tenacíssimo
  • terrível terribilíssimo
  • vão vaníssimo
  • voraz voracíssimo
  • vulgar vulgaríssimo
  • vulnerável vulnerabilíssimo

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